Sobre o 15 de Setembro (2 anos depois)

Para que as manifestações resultem (e deviamos debater seriamente o conceito de "resultar" à luz de uma estratégia e não de números e mediatismos) é preciso que sejam pelo menos minimamente (!) diferentes do sistema no que toca às causas da sua actual falta de legitimidade. Que surpresa que um colectivo relativamente fechado, com fortes ligações a forças partidárias tradicionais, e que nunca teve um projecto de continuidade (muito menos de mudança) da sociedade, não tenha resultado e agora se resigne a "falhar melhor" enquanto procura "gente que queira vencer" e os seus membros vão apoiando/integrando forças partidárias que os portugueses há muito deslegitimam quotidianamente? Nuno, para semelhante equação não há solução. Gabo-te o dares a cara em público pela vergonha que se passou mas por favor não faças o pessoal perder mais tempo a mudar os termos da direita para a esquerda, adicionar, subtrair, dividir e multiplicar termos de equações que são de raiz impossíveis. E não questiones a utilidade das manifestações quando melhor seria que questionasses a futilidade que as gerou.

http://www.ionline.pt/iopiniao/fazemos-quando-somos-milhoes/pag/-1

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