Era uma vez um polícia

Era uma vez um polícia. Estava por detrás de um capacete e de um escudo. A levar com garrafas e pedras. Durante uma manifestação.

Era uma vez um polícia. Que farto de levar com garrafas e pedras, e sempre protegido por um capacete e por um escudo, decide apontar a sua shotgun contra a lei, e correr o risco de ferir mortalmente alguém que poderia (ou não) ter-lhe mandado garrafas e pedras.

Proporção? Legitimidade? uma treta!

Não há proporcionalidade nenhuma. Aquele polícia é um criminoso. E por estar tão protegido e armado, é ainda mais criminoso no seu acto. Infinitamente mais criminoso que quem lhe atira garrafas e pedras. Sem escudo. Sem capacete. Sem shotgun. E sem trabalho.

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