Um grupo de humoristas portugueses propõe como solução para a crise (i.e., o roubo) que se contrate o Steven Segal (conhecido actor de filmes de acção) para dar um tiro dos testículos do primeiro-ministro passos coelho (assim, com letra minuscula).
A rábula resulta, mais não seja colocando fortemente a possibilidade de que isso aconteça e de certa forma legitimando que aconteça (o motivo seria o dr. passos coelho – assim, com letra minuscula – ter roubada a pensão a uma velhinha e a polícia ser controlada pelo governo). Nesse sentido é radical como todo o bom humor deve ser, e parece-me que vale a pena bater-lhe palmas.
Mas logicamente, não ataca o problema de fundo, como o bem demonstra a carta publicada por Gui Castro Felga (assim, com letra maiúscula). Mais radical seria, como ela sugere, torná-los pobres. Ou, como eu sugiro, acabar com todos os rendimentos acima de 5000 euros. Porque, ou são ilegais ou exploram alguém ou alguma regra absurda do sistema já que, não existe meritocracia que atinja tanto. Caso contrário, quando receberia deus?
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