Sobre “Que Se Lixe A Troika: um movimento em negação”

Agosto é o mês do azedume. Desde 2011 que é assim. Os activistas partidarizados tiram o seu merecido descanso (auto-justificado por certo) e resmas de cidadãos preocupados ficam para trás a desesperar pela situação do país.

Não sei quem escreveu este artigo, mas falta nele que se peça explicação ao QSLT sobre a razão porque depois de tão grandes "sucessos" [15S e 2M] e de ter arrogantemente acabado com os principios de abertura e transparência que o 15M e Occupy tinham generosamente emprestado ao activismo anti-troika português – isto para além de ter desbaratado e excluido n pessoas que já haviam participado e enriquecido movimentos anteriores com ideias divergentes – a tão prometida demissão do Governo continua por acontecer!

[depois de se adoptar uma postura dirigista e fechada é normal que cidadãos (como eu) se encostem e peçam explicações – é o que se passa todos os dias na política portuguesa –  por isso estou certo que entendem e respeitarão tanto a minha mão estendida como a minha critica destrutiva]

Como qualquer cidadão, estou preparado (e habituado) a ouvir todo o género de explicações sociológicas e económicas. Tenho apenas curiosidade de saber se reservam alguma para a necessidade absoluta de promover a abertura, transparência, informação e inclusão, como valores fundamentais da organização (e contestação) democráticas.

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